Como é a Terapia

Presencial

Depoimento de paciente

Almejando me conhecer melhor e devido a situações de pânico e ansiedade busquei acompanhamento psicológico, já realizei em várias clínicas e diferentes profissionais. Hoje me deparo com profissional competente e que domina as situações a serem lidadas e melhoradas. É um processo em que consigo perceber situações ao ser questionada e avaliada, enfatizando o processo de conquistas e alívio de angústias e sentimentos. Recomendo !
Érika Teixeira
Guarulhos - SP

"A terapia é um processo de autoconhecimento que promove equilíbrio emocional e bem-estar."

A terapia presencial de casais acontece em encontros semanais, com duração de 50 minutos, em um espaço preparado para oferecer acolhimento, neutralidade, privacidade e segurança emocional para ambos os parceiros. Esse tempo é cuidadosamente utilizado para que o casal possa expressar suas percepções, refletir sobre a relação, compreender emoções individuais e compartilhadas e trabalhar mudanças de forma gradual e respeitosa.

O trabalho tem como base a Terapia Sistêmica de Casais, que compreende o relacionamento como um sistema relacional, no qual os comportamentos, emoções e formas de comunicação de cada parceiro influenciam mutuamente a dinâmica do casal. O foco não está na busca por culpados, mas na compreensão dos padrões de interação que mantêm os conflitos e no fortalecimento de formas mais funcionais de vínculo, diálogo e resolução de problemas.

De forma integrada, utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para auxiliar o casal a identificar pensamentos automáticos, crenças, emoções e comportamentos que surgem nas interações cotidianas e intensificam os conflitos. A TCC contribui para tornar esses processos mais claros e objetivos, favorecendo mudanças práticas no dia a dia da relação.

A articulação entre a abordagem sistêmica e a TCC permite trabalhar tanto a dinâmica relacional do casal quanto os processos cognitivos e emocionais individuais, ampliando a compreensão sobre como cada parceiro reage, interpreta e responde às situações vividas na relação.

A Neuropsicologia pode ser utilizada como ferramenta complementar de compreensão, auxiliando na identificação de aspectos relacionados à atenção, regulação emocional, impulsividade, memória e funcionamento cognitivo que impactam a comunicação e a convivência do casal, sempre com foco no cuidado e sem rótulos desnecessários.

A terapia de casais é um processo colaborativo, construído passo a passo, no ritmo do casal. Mais do que oferecer respostas prontas, o objetivo é favorecer o autoconhecimento relacional, o desenvolvimento de recursos emocionais e comunicacionais e a construção de mudanças possíveis, consistentes e sustentáveis na relação.

Como é a terapia com idosos?

A terapia com idosos é um processo que respeita a história de vida, o ritmo e as particularidades de cada pessoa. Com o avanço da idade, algumas mudanças cognitivas e emocionais podem ocorrer, como maior rigidez de pensamentos, dificuldade para lidar com mudanças, perdas significativas (luto, aposentadoria, alterações na saúde) e a presença de comorbidades emocionais, como ansiedade, depressão ou sentimentos de solidão.

Do ponto de vista da Psicologia, é fundamental compreender que a chamada “rigidez cognitiva” não significa incapacidade de mudança, mas sim padrões de pensamento que foram construídos ao longo de muitos anos. Por isso, o trabalho terapêutico com idosos costuma ser mais gradual, concreto e respeitoso, utilizando exemplos do cotidiano, linguagem acessível e intervenções ajustadas à capacidade cognitiva e emocional de cada pessoa.

Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental podem ser adaptadas para essa fase da vida, focando em pensamentos automáticos atuais, estratégias práticas de enfrentamento e fortalecimento da autonomia emocional. Quando existem padrões emocionais mais antigos, crenças profundamente enraizadas ou dificuldades relacionais recorrentes, a Terapia do Esquema pode auxiliar na compreensão dessas vivências, sempre com cuidado para não sobrecarregar o paciente.

A Psicologia também considera possíveis comorbidades clínicas e neuropsicológicas, como alterações de memória, atenção ou funções executivas. Nesses casos, o acompanhamento pode integrar estratégias de estimulação cognitiva, psicoeducação e apoio emocional, sem rótulos e com foco na qualidade de vida, na funcionalidade e no bem-estar.

Mais do que promover grandes mudanças rápidas, a terapia com idosos busca favorecer compreensão emocional, adaptação às mudanças da vida, ressignificação de experiências passadas e fortalecimento de recursos internos. É um processo que valoriza a escuta, o vínculo terapêutico e o respeito à singularidade de cada trajetória.

Como é a terapia com adolescentes?

A terapia com adolescentes é um espaço de escuta, acolhimento e construção de identidade. Essa fase da vida é marcada por intensas mudanças emocionais, cognitivas e sociais, além de questionamentos sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o futuro. A Psicologia compreende que o adolescente está em desenvolvimento, aprendendo a lidar com emoções, limites, frustrações e relações.

Durante o processo terapêutico, é comum trabalhar dificuldades como ansiedade, tristeza, irritabilidade, conflitos familiares, questões escolares, autoestima, relacionamentos, identidade e pressão social. O atendimento é conduzido de forma respeitosa, utilizando uma linguagem acessível e estratégias compatíveis com a idade, favorecendo o vínculo terapêutico e a confiança.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das principais abordagens utilizadas com adolescentes, pois ajuda a identificar pensamentos automáticos, emoções e comportamentos que causam sofrimento. De maneira prática, o adolescente aprende a compreender suas reações, desenvolver habilidades emocionais e encontrar formas mais saudáveis de lidar com desafios do dia a dia.

Quando existem padrões emocionais repetitivos, dificuldades relacionais persistentes ou experiências precoces marcantes, a Terapia do Esquema pode ser integrada ao processo. Essa abordagem auxilia na compreensão de necessidades emocionais, crenças sobre si e sobre os outros, e modos de funcionamento que impactam as relações e o comportamento.

A Psicologia também considera aspectos do desenvolvimento cognitivo e emocional, bem como possíveis comorbidades, como ansiedade, depressão, dificuldades de atenção, impulsividade ou problemas de aprendizagem. O acompanhamento é sempre individualizado, respeitando o ritmo, a maturidade emocional e o contexto familiar do adolescente.

A terapia é um processo colaborativo, construído em conjunto, no qual o adolescente é incentivado a se expressar, se compreender e desenvolver autonomia emocional. O objetivo não é impor respostas, mas oferecer suporte para que ele construa recursos internos, fortaleça sua autoestima e atravesse essa fase com mais segurança e equilíbrio.

Psicólogo Clínico